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quinta-feira, 2 de março de 2017

Pai nosso


Prefácio
Recomendo este livro para todos os que almejam uma vida de filhos de Deus e que procuram respostas sobre o seu relacionamento com Deus e sua paternidade. Aprendi que a oração não é uma observância religiosa, mas um diálogo íntimo, como Jesus sempre teve com o Pai e ensinou os seus discípulos para que vivessem como filhos, através da oração que deixou como exemplo. O leitor perceberá, a luz da palavra de Deus, que a oração do Senhor, é a expressão da paternidade de Deus, e abre um entendimento para que toda a palavra de Deus tenha sentido no relacionamento de filhos para com o Pai Celeste. Vamos como filhos, receber o que o Pai tem para nos dar.
Introdução
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. (João 1.12 e 13)
Seja bem-vindo a nova vida com Deus. Você está começando uma nova caminhada em sua nova vida, a vida de filho de Deus. Em Jesus você se torna filho amado de Deus, e precisa entender o amor do Pai para com você, conhecer o cuidado dele e perceber o quanto ele se interessa em cuidar bem de você, libertá-lo, dar-te o seu reino, usá-lo como filho e por fim leva-lo para a casa dele.
Paternidade é a função do Pater (pai em grego), falar da paternidade de Deus relaciona-se com a linhagem de Deus, a família de Deus. Tal assunto, é muito importante nos dias atuais, pois vemos cada dia mais o distanciamento entre pais e filhos em um mundo seduzido pela promiscuidade e desestabilidade da família, a promiscuidade está substituindo a paternidade e anulando a função da mãe, os padrões bíblicos têm sido ridicularizados por propostas governamentais e de mídia, cada dia mais, a figura do pai está perdendo seu valor e a mãe está se ausentando de casa por consequência desse contexto. Sendo os pais um referencial do caráter, cuidado, lealdade, fidelidade, presença e amor de Deus, cada dia mais, se tem uma ideia de um Pai Celeste ausente. O exercício da autoridade paterna baseado em extremos de ausência ou abusos promovem graves distorções na vida dos filhos, as funções de direção, limites e proteção ausentes em um pai, ofuscam os filhos de verem em Deus um Pai que os dirige, protege e sustenta, e confunde as noções de limite, afeição e liberdade, onde se sustenta o amor.
O texto do Evangelho de João no capitulo 1, versos 12 e 13, revela-nos o propósito de Deus em nos enviar Jesus, de colocar aqueles que creem e o recebem como salvador, na posição de filhos amados de Deus, tirando-os de sua natureza decaída de filhos da ira, ou filhos da condenação. Jesus pagou pelos seus pecados que os afastavam do Pai, para que o recebessem e assim tivessem sua filiação e adoção eternas, com todos os privilégios que os filhos podem ter. Assim o texto bíblico contraria a proposta satânica do mundo da orfandade espiritual, solidão, abandono paterno e abandono por Deus, e nos faz voltar para o Pai e voltarmos nossos corações ao Pai do Céu.
Estudaremos nesse livro a oração que o Senhor Jesus ensinou seus discípulos, a conhecida oração do “ Pai nosso”, mas veremos através dela princípios em toda a bíblia que revelam nossa real posição de filhos de Deus.



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